27/05/2012

VAMOS COMBINAR EM SER FELIZ

 
Bem vamos combinar que a partir de agora você vai ser feliz? Parece fácil não? Esse é o grande desejo da maioria das pessoas, mas também percebo que muitas dessas pessoas reclamam o tempo todo que por mais que busquem a felicidade não conseguem atingi-la.Em minhas observações percebo que a grande maioria das pessoas atribui à condição de ser feliz ao dinheiro, engano seu. É lógico que não vou ser hipócrita de dizer que o dinheiro não é importante, acredito que ele viabiliza atingir nossos desejos e realizar nossas vontades, mas com eles realizados os bens comprados ao longo do tempo perdem seu significado e novamente a pessoa reclama que não é feliz buscando novos objetivos e coisas materiais para conseguir essa condição interna.

  

Pesquisas atuais demonstram que o dinheiro ajuda e muito, mas somente isso não da à condição de ser feliz é preciso ter atitudes comportamentais e emocionais para que melhore seu bem estar e como consequência encontrar a felicidade.
Posso também citar outros atributos idealizados pelas pessoas acreditando que se os tivesse com certeza seria feliz como, por exemplo: beleza, inteligência, popularidade em seu meio social, sucesso profissional e saúde, claro que saúde é muito importante, mas muitas pessoas são saudáveis e mesmo assim sentem-se infelizes.

 

Acredito que podemos fazer um exercício de reflexão para percebermos o que realmente nos deixa feliz e começar a transformar esses pensamentos em atitudes no cotidiano.
Bem, em primeiro lugar trabalhar a inveja, quantas pessoas deixam de se apropriar de suas conquistas por que quer o que é do outro, sentem vontade de tirar o que o outro tem e pegar para si próprio. Acabam passando a vida ansiosa e sempre se preocupando com a vida do outro, vivem sentimentos de rivalidade, ciúmes, são controladores e sentem-se ameaçados pelo medo de que o outro queira tirar o que é seu.
  
Valorizar todas as conquistas com bom humor, flexibilidade para lidar com imprevistos que a vida traz amigos sinceros que se necessário estarão a seu lado, saúde que permita ter uma vida mais ampla. Trabalhar e ser produtivo no que gosta de fazer, aprender a lidar com erros e voltar para refazer o caminho de outra forma. Ter coragem para fazer boas escolhas e mudar. Tudo na vida tem seu tempo e com o passar dele precisamos aprender outros caminhos. Ter laços afetivos mais estruturados e seguros, isto o deixará mais feliz, mas se já não tem sentido em sua vida, mude com certeza você encontrará outras pessoas que o farão feliz.
 


Escolha uma atividade de lazer que te de prazer.
Atualmente pesquisas demonstram a importância de ter fé, sabe-se que esta condição aumenta a imunidade e que esta relacionada com o sentimento de proteção.
Pratique o desapego, deixe ir embora à raiva, o ciúme, a inveja, o poder que te dá a ilusão de ser melhor que o outro, a comparação, onde você projeta que tudo do outro é melhor do que o seu.

Abra-se para novas experiências e escolhas, essa capacidade deve nos acompanhar durante toda nossa vida, sempre que é possível use sua criatividade em benefício próprio.

Seja mais tolerante, respeite a si mesmo e ao outro, escolhas são individuais e subjetivas, portanto faça as suas e se aproprie delas.


Concluindo você pode e deve ser feliz, isso às vezes vem junto a pessoa que você tem a seu lado, outras vezes com seus amigos, em seu trabalho, mas também é possível ser feliz se você estiver no momento sozinho, enfim é uma questão de decidir como você quer viver.
Lembre-se complicamos muita nossa felicidade quando nos comparamos o tempo todo com o outro e esquecemos-nos de sermos nós mesmos. Confie mais em você, valorize suas conquistas e você verá que ser feliz é mais fácil do que você imaginava.

Seja Feliz

Teresa Zogaib






                                   

16/05/2012

Tem certeza que você perdoou?

                
 Durante todos esses anos atendendo posso dizer que já ouvi, vi e acompanhei pessoas com as mais diversas queixas, é claro que quando uma pessoa procura auxílio psicoterápico ela esta passando por uma crise em alguma área de sua vida. Costumo dizer que temos em nosso cérebro áreas responsáveis pela cognição, comportamento sócio cultural, profissional, afetiva e somática.

Afirmo que entre todas as áreas a afetiva é que causa maior turbulência em nossa vida, as outras mesmo estando em crise quando tem apoio emocional seja de um parceiro, amigo ou familiar consegue lidar melhor com o conflito vivido. Já o emocional em crise desencadeia muita angústia em quem esta passando por isso, podendo prejudicar o bom desempenho das outras áreas.
  
Ter alguém que você possa contar nos momentos difíceis é artigo precioso, se ele tiver a capacidade de te ouvir, suportar seu choro e ainda dar apoio acreditando e torcendo para que você supere suas dificuldades é realmente uma pessoa especial, cuide bastante dessa relação.
Estou falando tudo isso porque percebo que muitas pessoas apesar de ter esse amigo ao seu lado esperam que ele jamais o decepcione e como a vida não é linear um belo dia surge o inesperado vocês se desentendem e surge à mágoa e junto a ela vem a duvida, será que eu me enganei e não percebi como ele é? Situação essa difícil de lidar e vocês acabam rompendo uma grande amizade.
  
Quantas vezes observo e percebo que, o rompimento foi pior do que estar junto, concordo que tem certas atitudes que um amigo não deveria fazer, mas foi feito e se você olhar e ver que viveu mais experiências boas do que ruins que tal perdoar?
Temos em nosso mundo interno uma gama enorme de sentimentos, mas um dos maiores é o perdão, não estou falando de perdoar coisas simples e incomodas como esquecer que combinou de sair com você e não apareceu, apesar de você ter ficado muito brava é fácil perdoar esse tipo de situação, o próprio tempo faz isto tornar engraçado.

 
Falo da atitude de perdoar situações pelas quais as pessoas passam em suas vidas como rejeição, abandono, traição essas coisas mais difíceis de ser entendidas e que nos leva a sentir uma grande dor precisando de tempo para retomar a vida. É desse perdão real que falo, ele é muito maior do que a dor que você esta sentindo, na verdade é um sentimento tão grandioso que não é para qualquer um, muitos de nós irá viver uma vida inteira e não desenvolver a capacidade de perdoar.

Vejo muito isso acontecer entre casais, onde um ficou muito magoado com o outro, mas mesmo assim resolvem perdoar e ao invés de construírem um novo relacionamento agora com nova significação para que não sofram mais, passam à vida presentificando aquela mágoa e a relação não consegue crescer. Já a mágoa caminha a passos largos se transformando em vários outros sentimentos como a raiva, ironia e o desprezo de um pelo outro.


Como tudo na vida as relações também são difíceis de serem vividas, elas estão lotadas de sentimentos contraditórios como amor e ódio, portanto você corre o risco de magoar ou ser magoado pelo outro. Mas tem graça a vida sem se relacionar com alguém? Não preciso nem responder não é?
Se você queiser mesmo viver bem largue o rancor e a raiva estes sentimentos prejudicam a você mesmo, eles trazem consigo: tristeza, apatia, decepção e depressão, livrem-se disto será melhor, sua vida irá progredir, você terá mais energia para investir no novo, ninguém merece que você perca seu tempo com situações que já passaram, siga a vida em frente, sua saúde psíquica e física agradece.

  

Lembre-se como todo ser humano, mesmo pessoas que se gostam muito são capazes de fazer coisas que não são compreendidas por seus parceiros, mas se você se propôs a perdoá-lo exercite sua compreensão e releve, tenha atitude mais generosa , mas faça isso de verdade para que a relação tenha uma chance real.
Se não quiser mais conviver com a pessoa também perdoe, você não é obrigado a ficar do lado dela, mas é obrigado a cuidar bem de você, então para seu próprio bem perdoe e se perdoe.

  


Ser feliz é encontrar força no
perdão,                            
esperanças nas batalhas, segurança no

palco do medo, amor nos desencontros

É agradecer a Deus a cada minuto pelo

milagre da vida.

Fernando Pessoa



Seja Feliz
Teresa Zogaib











        

09/05/2012

                                      Síndrome do  Pânico


Ao longo da história da medicina é possível observar que este transtorno já era descrito , mas sómente a poucas décadas é que ele começou  ser propagado e estudado com maior importância, devido ao crescente número de pessoas que buscam ajuda profissional, para superá-lo.
Apesar dele atualmente ser mais conhecido é importante deixar claro que este transtorno muitas vezes é confundido com outros quadros devido a semelhança dos sintomas, haja visto alterações hormonais da tireóide ou quadros desenvolvidos devido ao uso de bebidas alcoólicas ou uso de drogas.
Para que isto não aconteça é necessário realizar um diagnóstico diferencial preferencialmente com um psiquiatra ou psicólogo.

Mas afinal o que é o Transtorno do Pânico? Em primeiro lugar o tipo de ansiedade que a pessoa sofre ao desencadear o transtorno é diferente, ela surge através de crises súbitas e desencadea medos irracionais que darão origem a fobia como por exemplo :uma pessoa tem sua primeira crise no supermercado, ele associa o que sentiu ao local e passa a evitá-lo como forma de controlar  para ter novamente a crise.

São características de uma crise de pânico os seguintes sintomas:palpitações, taquicardia, medo irracional, ondas de calor e frio, sudorese, formigamento nas mãos , tontura, confusão mental ( distorção da realidade), confusão mental ,medo de enlouquecer, de morrer, dificuldades para respirar, vertigens,prolapso da válvula mitral (benigno), somado a grande angústia.Um ataque de pânico dura relativamente pouco tempo(em torno de 30 minutos), mas este período é sentido como se fosse uma eternidade.
Quando uma pessoa tem várias vezes esse tipo de crise sem motivo concreto  é o que determina o diagnóstico de Transtorno do Pânico.

É comum a pessoa sentir tudo isso  ir até o pronto socorro e não ser constatado nada , o que desperta insegurança e medo começando uma peregrinação  em vários medicos sem chegar ao diagnostico correto. Quantos paciêntes chegam em meu consultório preocupados que estão enlouquecendo ,já que não conseguem compreender o que esta acontecendo com ele e isto faz com que a pessoa reduza sua vida social, já que tem medo de ter uma ataque em lugar público.
De agordo com pesquisas atuais é possível verificar a probabilidade de fatores genéticos já que sempre numa mesma família várias pessoas apresentam este transtorno. O que se sabe realmente é que existe uma alteração cerebral relacionada aos neurotransmissores que produzem serotonina (prazer) e noradrenalina ( stress) e estes são acionados de forma incorreta sem causa aparente preparando a pessoa para fugir de um perigo que na realidade não existe, o que faz com que a pessoa tenha medo de enlouquecer.

É possível observar que o perfil das pessoas que sofrem com este transtorno esta relacionado com:
necessidade de aprovação ,muito rigído consigo mesmo, alto grau de responsabilidade, preocupação excessiva com dificuldades de seu dia a dia, geralmente deixam o stress atingir alto nivel esquecendo de se cuidar e previlegiando o trabalho.
Tratamento: é necessário que a pessoa busque ajuda profissional tanto de um psiquiatra para determinar qual o melhor medicamento, quanto de um psicólogo para que haja modificação comportamental.

É de suma importância  que a família apoie e compreenda o que a pessoa esta passando , demonstrando estar junto a ele para auxiliá-lo a passar por esse momento difícil.

     
Dicas para lidar com a Síndrome do Pânico


Praticar esporte
Exercícios de relaxamento, yoga, meditação
Identificar situações (estímulos) que mobilizem alto grau de ansiedade e aprender a lidar com eles.
Procurar auxílio profissional
Determinar tempo para lazer
Diminuir a ingestão de álcool e cafeína (estimulantes de ansiedade)
Trocar a rigídez por atitudes mais flexíveis

Concluindo ,apesar do Transtorno do Pânico ser algo altamente angustiante, você não irá enlouquecer ou morrer por causa dele, mas se não se cuidar poderá associar outros transtornos como depressão ,
 fobia e comportamento anti social, o que aumentará sua dificuldade em lidar com ele.
Portanto busque auxílio, faça o tratamento até o final ,não abandone mesmo quando já estiver sentindo melhora.

                                                                                         Seja  Feliz
                                                                                  Teresa   Zogaib

29/04/2012

Existe criança psicopata?


A ideia deste post surgiu depois de uma discussão de caso clínico em um grupo de estudo, o que diante das hipóteses levantadas me fez pensar muito a respeito do tema.


Em primeiro lugar destaco que muitas pessoas confundem a fase do desenvolvimento infantil que é esperado que a criança por ser pequena (2/3 anos), utiliza seu corpo como defesa,  principalmente porque todas suas atividades são corporais, enfim elas usam o corpo como forma de demonstrar descontentamento (mordida, tapas etc.)para com o amiguinho da escola. Esta fase passa desde que a criança tenha pessoas que explique a ela outras formas de lidar com a insatisfação, lembro que comportamento é modulado através da aprendizagem social. Nesta situação também tem um aspecto muito importante a criança sente culpa e chora por ter feito isso ao outro.



Quando falo sobre criança psicopata estou  me referindo a crianças que apresentam com grande intensidade e frequência comportamentos voltados para: agressividade, impulsividade, indiferença em relação aos outros como também a sentimentos, mente muito e não fica envergonhado quando é descoberto, enfrenta qualquer pessoa , não respeita figuras de autoridade( pais, professores), desafia o tempo todo vê somente a si mesmo sem estabelecer laços afetivos com outras pessoas, começam a fazer pequenos furtos, brincam de maneira estereotipada sem criatividade e dificuldade de aprendizagem formal.



Como a psicologia e a psiquiatria lida com diversos transtornos para sistematizá-los e denominar estes transtornos encontramos outra forma de funcionamento mental chamado de Transtorno Opositor, este também tem como características diversos comportamentos citados acima, o que dificulta o diagnóstico da criança psicopata, deixo claro que apesar da semelhança quando uma criança é diagnosticada com este transtorno não significa que ele é ou será uma psicopata. Grande parte dessas crianças necessita que seus pais coloquem mais regras e limites para que o filho lide assertivamente com a frustração. O grande diferencial é a intensidade e frequência dos sintomas, junto com ausência de culpa e como consequência de remorso, o prazer sádico em fazer o outro sofrer e relacionamentos com conotações perversas para com os coleguinhas.



Lembro-me de um atendimento de uma menina na época em torno de sete anos que adorava nas sessões lúdicas brincar arrancando a cabeça e as pernas da boneca, furando os olhos dos animaizinhos e dizendo que gostava que eu olhasse para que eu ficasse muito triste. A criança demonstrava muito prazer em seu sadismo e justificava que fazia aquilo porque os brinquedos eram culpados por torcer contra ela.


Voltando ao texto, outro dado importante é a família aceitar que, seu filho precisa de ajuda e o grau de comprometimento da criança, situação que aconteceu neste exemplo. Apesar da minha insistência em indicar um psiquiatra infantil para unir a terapia, isto só aconteceu quando ela perfurou os olhos de seu animal de estimação.



Concluindo, para fechar um diagnóstico é necessário que a criança tenha em torno de sete anos, antes já haver indícios desde pequena e que este seja feito por psiquiatra e psicólogo infantil com experiência nesse transtorno.


Há correntes de pesquisadores que acreditam ser um transtorno genético, já outros que o ambiente que a criança está inserida é que pode mobilizar a psicopatia.Eu acredito que o transtorno seja uma somatória destes dois fatores.



Dicas para lidar com a criança psicopata:


·         É dever dos pais conhecer bem, acompanhar o desenvolvimento e necessidades de seus filhos.


·         É  dever de a família agir de forma firma em relação a regras, normas, limites e organização dos filhos.


·         Como a criança é impulsiva e apresenta comportamento desafiar não permitir que ela controle e mande na família.


·         Quando os pais colocarem limites não deve ceder ou desistir de cobrar o que combinou com o filho, portanto avalie a situação e use bom senso.


·         Quanto mais cedo buscar ajuda profissional melhor será o prognóstico.



Teresa Zogaib

24/04/2012

Conflitos Familiares


 

Tenho observado ao longo dos anos em meus atendimentos as modificações que vem ocorrendo com a relação familiar, a grande maioria que busca auxílio em meu consultório trás com queixa seus conflitos o que acarreta crise.A princípio destaco que toda família passa por estas fases o que em si não é ruim,dependendo como a família lida com ela, já que a relação interfamiliar é complexa e intensa.

Percebo que estes momentos geralmente estão associados a disputa de poder, rivalidade, ciúmes, simbiose  etc.
É necessário dizer que apesar de todos serem da mesma família ,cada pessoa é única e singular, situação esta que pode gerar  dificuldades, já que interpreta a crise familiar de acordo com sua visão e história de vida.
 
 
Lembro que cada família tem seu próprio jeito de funcionar baseado em valores, regras, cultura e normas. Entre os mais variados tipos podemos ver: famílias hipocondriacas onde a predominância do relacionamento esta voltado para a valorização da doença( forma de chamar atenção).Famílias vorazes, que buscam sempre retirar ou se aproveitar de benefícios obtidos em suas relações, apresentam comportamento egoísta e são  muito competitivos.
Já outras apresentam uma dinâmica simbiotica, onde a família se fecha para as relações com outras pessoas, geralmente acarreta dificuldade em aceitar namoros, casamentos etc.As famílias narcisicas são aquelas que só eles são ótimos, sempre os melhores, apresentam comportamento arrogante.
 
 
É importante lembrar que é dentro do núcleo familiar que acontece um" caldeirão" de emoções, estas já são assimilados desde que a criança é pequena, lembro que comportamento é aprendido e que as crianças observam as atitudes e os valores dos pais, portanto eles são o modelo e posteriormente irão reproduzi-los.
É comum observarmos em famílias que vivem apenas cumprindo normas socias obrigatorias como por exemplo Natal, o esvaziamento dos vínculos afetivos entre seus membros. A relação acontece através da competitividade , um querendo ser melhor do que o outro, rivalidade, agressividade, raiva e muitas vezes de desprezo entre as pessoas.
 
 
Atualmente acredito que a grande crise esta relacionada com os papéis desempenhados pelas figuras materna e paterna, muitos sairam de uma educação autoritaria e com medo de errar passaram a criar seus filhos com muita liberdade, esquecendo de colocar limites, de ensinar a lidar com a frustração, ter respeito e tolerância para com o outro.
                                                    Enfim a família  pode  dar  certo?

Claro que sim para isto as relações devem ser baseadas em vínculos afetivos, estes são mais fortes até do que os vínculos sanguineos.
-É necessário que cada pessoa tenha seu espaço para expressar sua individualidade  e ser respeitado.
-Aprender a arte de conviver, lembrando que para que isso aconteça deve-se ter a capacidade de se colocar no lugar do outro.
-Exercitar: respeito, tolerância, solidariedade, apoio em situações de crise


Concluindo não existe família perfeita , procure valorizar os bons momentos ,isto aproxima as pessoas e amplia o vínculo.E principalmente quando você criar sua nova família mantenha o bom que você trouxe em sua história de vida e some com o novo que você pode fazer agora para não repetir os mesmos erros.
                                                                             
Seja  Feliz
Teresa  Zogaib


Sugestão de filme: Parente é Serpente













































11/04/2012

Será que consigo superar essa crise ?


Em todo minha vida nunca conheci ninguém que não tenha passado por várias situações de crise.
Chamo de crise quando ocorre uma modificação da forma que eu estava vivendo, quando somos obrigados ou escolhemos sair de nossa zona de conforto, isto mobiliza expectativa, ansiedade, angústia e medo entre outros sentimentos. Temos mania de controlar tudo em nossa vida e muitas vezes na vida do outro também o que só piora a situação, mas voltando para a crise, quando temos que mudar não é diferente, como não podemos prever nossa reação muito menos saber se a nova situação vai dar certo, surge a  insegurança do novo e lá vem a crise ,o que causa grande desconforto.

Todos nós passamos por crises em diversos momentos de nossas vidas, vejamos então: há crises consideradas naturais do desenvolvimento humano, passamos de uma fase para outra como quando entramos na adolescência. Lembra como era difícil? Quanta vergonha sentiamos de nosso corpo, jeito de ser, fora o medo de não ser aceita pelo grupo.
Essas crises não tem como não passá-las e como a natureza é sábia ela nos da ferramentas para enfrentarmos e nos adaptarmos e assim vamos vivendo cada etapa de nossa vida.

Outras crises estão relacionadas com situações inesperadas como por exemplo, uma perda repentina, doenças etc. Há outros momentos que podemos ir de encontro a uma determinada situação desencadeando algo como por exemplo perder o emprego, rompimentos afetivos ou famíliares etc.
Por fim a famosa crise existencial , sem que você note um dia ela surge e passamos a pensar o que estamos fazendo de nossas vidas, qual o rumo que ela esta tomando e quais decisões terei que tomar para mudar? Esse tipo de crise aparece  quando não estamos contentes com nossa vida ou sentimos uma sensação de vazio, o que pode mobilizar sentimentos que até então  não pareciam tão ameaçadores como angústia e um medo paralisante, o que pode levar a um quadro depressivo , crise de ansiedade ou pânico entre outros.

Estudiosos do comportamento afirmam que tanto as crises positivas que são aquelas em que a pessoa tem a possibilidade de atingir seus objetivos e metas como as crises negativas que envolvem perdas, mobilizam reações de enfrentamento e superação dependendo do perfil  e de como cada pessoa  as enfrenta.
Já os psicólogos apontam que a forma de interpretar e reagir a uma crise esta relacionada com a maneira da pessoa lidar com situaçõers conflituosas, falam que pessoas que foram criadas ou vivem em ambientes que estimulam a auto estima, segurança, autônomia e flexibilidade apresentam tendência a superar as crises vividas de forma mais saudável, aproveitando esses momentos para transformar suas vidas e ampliar seu bem estar.

Já pessoas que vivem a vida de forma mais negativa, acreditando que são sempre azaradas, que não conseguem atingir seus projetos e  desistem desses facilmente apresentam maiores dificuldades para superar o que estão vivendo.
Concluindo acredito que a capacidade de superar suas crises esta relacionada principalmente com seus
recursos internos transformando-os em atitudes mais assertivas .Para que isso aconteça é importante você: pensar, refletir, utilizar sua inteligência emocional a seu favor, ter paciência mas não confunda com acomodação  e ser flexivel.
 
Transforme tudo isso em pensamentos e atitudes ,tenho certeza que seu caminhar em busca da superação será mais equilibrado.Busque ajuda profissional se achar necessário , você aprenderá a se auto conhecer e enfrentrar melhor seus desafios.

                                                                          Seja  Feliz
                                                                      Teresa  Zogaib



02/04/2012

As Aparências Enganam?


Outro dia encontrei uma conhecida que estava muito aborrecida e desapontada, afirmava a todo instante em nossa conversa como uma pessoa que se dizia tão sua amiga pode enganá-la tanto.


A partir dessa conversa fiquei pensando quantas e quantas vezes ouvi a mesma história, o que mudava era o personagem principal, ora amigo, ora namorado, marido, mas sempre o mesmo desfecho "como eu me deixei enganar".
Mas afinal por que as aparências nos enganam tanto, o que acontece que a pessoa não consegue perceber como o outro é?


Estudiosos da Psicologia afirmam que quando conhecemos alguém ou enfrentamos alguma situação nova temos por hábito (sobrevivência) fazer uma avaliação do outro, ou melhor, um pré-conceito de como a pessoa é, e a partir disso construímos uma pessoa com características, personalidade e comportamento baseado em nossa percepção sensorial e acreditamos que o outro é como o vemos a partir de nossa ótica.
Cuidado, você pode estar enganado e isso pode gerar muitos incômodos a você e a outra pessoa, portanto antes de sair por ai falando o que acha do outro pare e reflita como você o enxerga, o quanto tem do outro (realidade) e o quanto você projetou nele (fantasia).



Enfim esses enganos são normais e em sua maioria quando você da oportunidade para o outro se mostrar todo esse mal entendido pode acabar e você ainda poderá achá-lo uma pessoa incrível para se relacionar.
O que você pode tirar dessa experiência é prestar mais atenção para não continuar repetindo esse jeito de pensar, com isso você evita idealizações, frustrações, enganos e confusões, fora a energia que gasta nesse processo todo. Ok?


 Agora vamos falar de outro tipo de engano, é quando a pessoa veste a máscara social e se mostra como você gostaria que ele fosse. E você que já esta carente com vontade de ter novos amigos ou relacionamentos afetivos encontra com esse tipo de pessoa e acredita que agora achou a pessoa perfeita e que será feliz junto a ele. Imagina que irá dividir seus segredos, problemas, projetos e alegrias.

Isso sem falar nos relacionamentos afetivos, como você desejou tanto uma pessoa como ele, você se afasta dos amigos, muda o rumo de sua vida e após algum tempo , a mascara cai e você se decepciona e sente muita raiva dele e sua também por ter se deixado enganar



Como tudo na vida é experiência aprenda com essa também para não se enganar novamente, comece cuidando primeiro de sua carência, depois vá construindo a relação sem deixar sua identidade.

O perfil de pessoas que tentam enganar o outro geralmente esta relacionado com a voracidade e a inveja, querem tudo da outra pessoa para si, somado a isso temos um desvio de caráter. Utiliza-se do outro sem pensar nos danos e na dor que isto poderá causar a ela, situação esta que não o incomodará, pois o que importa é alcançar seu desejo.
 

Para não cair novamente nessa armadilha trabalhe sua carência, desenvolva seu autoconhecimento e se torne mais seletiva no sentido de escolher pessoas com as quais você terá prazer e confiança para conviver.

Já em relação a pergunta do inicio do texto se as aparências enganam, enganam sim por um período, mas uma hora a mascara cai e você enxerga de verdade com quem está se relacionando.


 
Seja Feliz

Teresa Zogaib

23/03/2012

AUTO SABOTAGEM


  
Há  pessoas que apresentam grande tendência a repetir determinados fatos ou situações sejam elas a nivel sócio afetivo ou profissional. Sem perceber repetem constantemente algo que não é benéfico a si mesmo, isso acontece de maneira inconsciente e ocasiona na pessoa um grande sentimento de auto punição. Outras pessoas apesar de acreditarem que estão preparadas para modificar suas vidas e que nunca mais irão cometer os mesmos erros, quando pensam que fizeram escolhas principalmente afetivas diferentes da anterior ,que para falar a verdade já tinha sido  um verdadeiro caos, se deparam novamente com a mesma vivência e instala-se de novo a situação caotica.

Acho muito interessante porquê ao escutar essas pessoas falarem observo que elas durante todo o processo de  tentativa de mudança de seus comportamentos não percebem que buscaram situações ou pessoas muito semelhantes   que as levou fracassar.   A grande  maioria se pergunta por que  isto ocorre com elas ?  Na verdade isso torna-se repetitivo por não ter ocorrido uma modificação interna a nivel de elaboração para que realmente haja uma mudança eficaz, há comportamentos tão enraizados em nossa mente que para mudá-los será necessário um processo de auto conhecimento e muita persistência para transformar o que da errado em algo novo e mais salutar.

Todo esse processo descrito acima chamo de auto sabotagem e apesar dele ser inconsciênte esta relacionado com outros sentimentos como : medo. menos valia, auto estima rebaixada situações estas que desencadeam  comportamentos auto punitivo, culpa e falta de coragem para que a pessoa tome atitudes mais assertivas para ter uma vida mais feliz.
Freud em 1937 escreveu "Os que fracassam ao triunfar", falando sobre características das pessoas que passam a vida se auto sabotando, destacou uma personalidade auto punitiva e afirmou que a origem esta no início de sua infância , como por exemplo: a falta de reconhecimento  e de modelo positivo para ensinar a criança a acreditar e a confiar mais em si mesmo,desenvolvendo segurança para enfrentar a vida.

Outros apresentam junto a essas características sentimentos de rejeição, desenvolvendo medo de se arriscar e ser feliz conseguindo atingir seus objetivos, sentem que não merecem e por fim acabam fracassando , o que torna-se im círculo vicioso formando uma zona de conforto, isto é estão muito mais preparados para lidar com o fracasso do que com o sucesso.
Para lidar com toda essa situação descrita a pessoa busca explicações fora dela( ambiente), quando a maior dificuldade esta é dentro dela , pois é mais fácil acreditar que é azarado do que reunir forças e se arriscar ao novo que a vida esta oferecendo.

Se você se auto sabota tome bastante cuidado para não cair na armadilha e se quiser modificar busque:
  • Perceber seu medo e descobrir quais situações que o mobiliza para aprender a lidar com ele.
  • Pare de buscar desculpas justificando o porquê você não enfrenta novas situações . Troque as desculpas por atitudes.
  • Não adie suas decisões e tarefas por receio de não conseguir fazê-las , a isto chamamos de procrastinar.
  • Não desista facilmente de seus objetivos.
  • Se sua escolha foi errada busque identificar quais situações devem ser mudadas e cuidado para não repeti-las.
  • Observe seus aspectos mais fragilizados para compreende-los e troque-os por auto confiança.
  • -Busque ajuda profissional para auxiliá-lo nesse novo caminhar .
  Acredito que você será muito feliz escolhendo o que realmente quer acreditando que você dará  conta
de realizá-los.

                                                                                Seja  Feliz
                                                                         Teresa   Zogaib

12/03/2012

Será que sou egoísta ?

 
Como vocês sabem trabalho e estudo comportamento, escuto e observo muito pessoas, acredito que são condições necessárias para minha profissão. Ultimamente tenho percebido muitas pessoas reclamando sobre relacionamentos sejam estes afetivos, amizades ou profissionais, mas sempre direcionados a questões voltadas para o egoísmo. A impressão que me dá é que a cada dia as pessoas sofrem mais com este sentimento que por si só é danoso dentro de qualquer relação.
Acho interessante destacar que a queixa sempre parte de quem se sentiu prejudicado ou ferido pela atitude egoísta, dificilmente escuto alguém assumir ser egoísta.

Pensando sobre este sentimento, chamo de egoísta uma pessoa que o tempo todo se coloca em primeiro lugar numa relação, é aquela pessoa que sempre tem razão, que quer receber tudo do outro e não quer ceder nada para esse outro. Se algo deve ser dividido entre eles para facilitar a resolução de um problema, não adianta esperar ele não irá ceder, pelo contrário acredita estar sempre certo e o outro que ceda se quiser permanecer a seu lado, o que, aliás, ele considera ser um prazer para você já estar ao lado dele.
Há alguns tipos característicos de egoístas como, por exemplo, nos relacionamentos afetivos, o egoísta apesar de estar junto ao outro, não se envolve da mesma forma, não compreende que relacionamento é uma via de mão dupla, onde as duas pessoas investem na relação para que a mesma cresça de forma sólida.
 
Para ele, o outro é que o compreenda já que ele nunca irá refletir sobre seu papel dentro da relação, é o tipo de pessoa que a falta, o erro, o engano nunca esta nele e sim em você, portanto tome cuidado pergunte a você mesmo se está disposto a ter uma relação assim. Geralmente estas pessoas acabam ficando sozinhas outras vezes envolvem-se com pessoas muito carentes com autoestima muito rebaixada somada ao sentimento de menos valia que aceitam migalhas de atenção só para pensar que tem alguém ao seu lado. Preço alto esse a ser pago, não?
 
Outro egoísta típico surge nas amizades, você deve conhecer o tipo, gosta de mandar em tudo, enquanto esta retirando de você tudo que acredita ser bom para ele e você estiver obedecendo todas suas decisões essa amizade vai bem, quer dizer, bem para ele, olha a carência aí, será que você precisa disso? Até porque quando ele cansar ou perceber que pode retirar coisas melhores de outra pessoa ele não irá pensar em você, irá embora e pronto, tudo que você aguentou não valeu de nada.
O mesmo acontece na profissão, à regra é sempre assim tudo é meu, e eu por acreditar ser melhor do que os outros não partilham nada com ninguém e assim o egoísta vai levando sua vida.

Por que será que há pessoas que preferem viver dessa forma ao invés de se relacionar com o outro fazendo trocas afetivas, dividindo sabedoria, enganos, colocando-se no lugar da outra pessoa e compreendendo o que ela necessita para melhorar a relação, abrem mão disso e optam pelo pensar somente em si mesmo.
Bem primeiro acredito que desde bem pequenos já precisamos nos sociabilizar, o bebê brincando, aprende a dividir seus brinquedos, quando ele tem um cuidador que o ensina isso, preparando-o para o mundo adulto dos relacionamentos. É assim que começamos a enxergar o outro, a se colocar no lugar dele e a partilhar nossas coisas enfim a nos relacionarmos sócio afetivamente.
 
Penso que quando a família mima demais ou não coloca limites impede que a criança sinta falta e a faz pensar que ela pode tudo, cuidado sinal de alerta o comportamento do egoísmo pode estar começando.
Enfim, também quero dizer que o egoísta é sempre voraz (quero tudo para mim), um orgulhoso (sou melhor que os outros) e no fundo há o sentimento da inveja (tudo é meu, você não tem mais do que eu).

Concluindo porque precisamos nos envolver com pessoas que nunca irão se colocar no nosso lugar e perceber que precisamos de mais atenção quando estamos carentes, carinho quando estamos tristes, cuidados quando adoecemos e incentivo para recomeçar quando fazemos tudo errado.
A vida é feita de relações saudáveis por isso ao invés de ficar sempre reclamando o quanto o outro é egoísta pergunte a você por que ainda permanece ao lado dessa pessoa?
 
Seja Feliz
Teresa Zogaib

28/02/2012

INFIDELIDADE

 
 
Ao longo da história da humanidade o tema sobre traição sempre despertou curiosidade e mobilizou diversos sentimentos dolorosos como abandono, rejeição, menos valia, dor, angústia e por ai vai...
Apesar das modificações comportamentais e culturais resultado da revolução sexual principalmente na década de 60 esse tema continua marcando profundamente os relacionamentos.
 
Há vários tipos de infidelidade, a mais comentada esta voltada para os relacionamentos afetivos. Quando um casal passa pela traição o impacto sentido pelo parceiro traído e vivido como algo muito doloroso e geralmente o primeiro momento é de difícil aceitação.
Muitas pessoas relatam que perderam o chão, o rumo de suas vidas e se questionam o porquê isso aconteceu com ele.

  
Podemos levantar várias hipóteses, do porque aconteceu, o fato é que aconteceu algo que possivelmente já não vinha bem na relação. O melhor seria que ambos conversassem sobre o que esta acontecendo na relação, mas isso exige maturidade e responsabilidade, onde cada um responderia por suas falhas e, faltas e desinteresse no relacionamento, o que exige coragem.


Muitos casais ao invés de resolver e buscar juntos superar a crise buscam uma saída mais simplista que é se envolver com outra pessoa mantendo dessa forma sua vaidade pessoal e culpando o parceiro pelo fracasso da relação.
Concordo que é uma fase difícil que mobiliza muita angústia e ansiedade, mas acredito que você tem sim como sair dessa e novamente se relacionar apesar do medo de sofrer. Acredite sua capacidade de amar fica preservada e quando menos se espera , seu coração e seus olhos estão encantados por outra pessoa. Ótimo a vida é assim mesmo uma tentativa de erros e acertos, ou melhor, de mudanças.



Há outro tipo de infidelidade que é tão dolorosa quanto a citada acima, é a traição entre amigos. É importante você ter amigos, alguém em quem você possa confiar compartilhar suas dificuldades, contar seus projetos, enfim amizade mobiliza bem estar e autoconfiança, dando a sensação de ter alguém junto a você.
Mas um dia você descobre que aquela pessoa que você tanto confiava só existia em sua mente, que ela não é exatamente o que você acreditava ser. Frente a esse fato você fica tão decepcionada e não compreende por que ela fez isto. Pense na inveja, na competição e rivalidade, sentimentos esses tão humanos, e tão difíceis de serem assumidos e olhados.
Talvez essa sua amiga não era tão amiga, você é que imaginou e desejou que ela fosse. Apesar da tristeza você vai conhecer outra pessoa que possa ser sua amiga. Mas não esqueça utilize isso como experiência e analise toda a relação, perceba o que mobilizou tudo isso e parta para a vida novamente. Nada como um dia após o outro.



Da mesma forma há infidelidade profissional que é o famoso "passar a perna" e de novos surgem todos os sentimentos citados acima. Só não vale você assumir toda culpa e ficar sempre no lugar de vítima. Aumente sua autoestima, amplie sua segurança, isto será muito importante para retomar o cotidiano.


Penso que entre as várias situações de infidelidade a pior é quando você é infiel a você mesmo. Reflita a respeito disso, olhe para sua vida e responda, não a mim mas a você mesma, você é fiel a você? Resposta difícil essa não?
Em relação a isso acredito que sempre temos tempo de mudar nossas vidas de se autoconhecer para saber o que realmente é importante e o que deseja para sua própria vida.


Se for muito difícil todo esse processo através da introspecção, faça de outra forma, pare um pouco sua correria do dia a dia e pense o que você quer continuar levando junto, e o que você não quer, livre-se disso, por exemplo: o que te angústia tanto? É sua rigidez, troque-a pela flexibilidade, ela dará mais mobilidade para caminhar.
São seus eternos erros, aqueles que você esta cansada de repeti-los, jura que jamais irá fazê-los novamente e quando você vê já fez e o pior passa vários dias se culpando e reclamando de você mesma. Tem coisa pior que autodesprezo? É sua impulsividade que tal trocá-la por reflexão, jogue sua inteligência a seu favor.
 

Enfim olhe para você , seja fiel ao que acredita e deseja , saia de sua zona de conforto e mude pra valer, tenha coragem de largar velhos hábitos que já não fazem mais sentido e conheça novas maneiras de se gostar.

Acredito que dessa forma você estará sendo fiel a si mesma. Tem melhor coisa?

Teresa Zogaib